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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

CORPO ESCULTURAL X ALMA ESCULTURAL - O corpo escultural, moldado e lapidado segundo os padrões atuais, deve " conter" também uma alma escultural...

CORPO ESCULTURAL X ALMA ESCULTURAL


O ideal de beleza imposto pela indústria da moda e da mídia e a valorização do corpo perfeito tornaram-se obsessão, e esse culto à estética traz sérios danos a corpo e alma.

Os ideais de beleza impostos pela indústria da moda e da mídia e a valorização do corpo perfeito tornaram-se obsessão dos últimos tempos. Esse culto à estética traz sérios danos. Doenças como anorexia, bulimia e vigorexia tomaram um vulto assustador : vidas são colocadas em risco no consumo de remédios para emagrecer e de anabolizantes, ou até mesmo fazendo cirurgias desnecessárias. Nada contra o cuidado com o corpo. Corpo saudável, sim; corpo escravo da escultura física nunca.

Assim também a alma precisa de cuidados. Ela também não pode enferrujar. O “sedentarismo” do mundo interno traduz-se em acomodação e conformismo. A alma que não é exercitada também envelhece cedo e mal.

O exercício físico exige disciplina, regularidade e dedicação. O da alma também.

Quando o apóstolo Paulo diz “ porque o bem que quero eu não faço, e o mal que não quero esse faço”(Rm 7.19), ele está falando de um exercício difícil. O exercício proposto por ele visa evitar a atrofia de algo lindo da alma humana e determinado por Deus: fazer a vontade do Pai. Esse é o grande exercício. Eis uma questão interessante: “os escravos da forma física” conseguem delinear os corpos. E os que exercitam a alma? Qual o resultado? Bem, aí a Palavra de Deus é clara e linda: “ O coração alegre aformoseia o rosto”(PV 15.13).

O resultado do “exercício da alma” é um coração alegre, que não cabe dentro do corpo e transborda em forma de rosto aformoseado. Log, a expressão bonita do corpo não vem pelo exercício físico, mas sim pelo exercício da fé e de todos os seus aspectos e valores. Exercita-se a alma flexionando os joelhos e erguendo as mãos(2 Cr 6.13). Precisamos exercitar isto:”ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus é o Senhor”(Fp 2.10-11). Isto é exercitar a alma.

Cuidar  bem do seu corpo e da alma é vida.(Novolhar)


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

JONATHAN EDWARDS - pregador, teólogo calvinista e missionário entre os índios americanos, é considerado um dos maiores filósofos americanos...

Quando Jonathan Edwards tinha 7 ou 8 anos, houve um despertamento na igreja do seu pai e o menino acostumou-se a orar sozinho, cinco vezes, todos os dias, chamando outros para orarem com ele.

Edwards entrou na Faculdade Yale com apenas 13 anos. formou-se com 17 anos, com as maiores honras.

Após passar dois anos ensinando em New York e algum tempo em Yale, tornou-se pastor auxiliar do seu avô, Solomon Stoddard, numa grande igreja, em Northampton. Em 1729, assumiu integralmente o pastorado da igreja, da qual foi afastado 20 anos depois, por insistir na necessidade de um compromisso verdadeiro com Cristo para participar da Ceia do Senhor.

Perplexo, tendo a esposa e sete filhos para criar, Edwards, com 46 anos, mudou-se para Stockbridge, Massachussetts, e começou um ministério totalmente diferente. Tornou-se um missionário entre os índios Housatonnuck, com cerca de 250 famílias, aos quais pregava com a ajuda de um interprete. Seis anos e meio depois, em setembro de 1757, Edwardws foi convidado para ser presidente da Universidade de Princeton. Rfelutante a princípio, acabou assumindo a nova responsabilidade em janeiro de 1758, mas permaneceu menos de 3 meses, pois adoeceu e morreu no final de março daquele mesmo ano.(Jornal O Estandarte de outubro/2011, página 38)

sábado, 22 de outubro de 2011

O QUE FAZER QUANDO FALAM MAL DE VOCÊ - há um silêncio que deixa deus operar em nós...

O QUE FAZER QUANDO FALAM MAL DE VOCÊ?



                        Jesus, porém, não respondeu palavra. ( Mc 15.5)


Não há na Bíblia um quadro mais tocante que o do Senhor Jesus, o nosso Salvador em silêncio, sem responder palavra alguma aos que o injuriavam, os quais Ele poderia ter feito cair prostrados a seus pés com apenas um olhar ou uma só palavra de repreensão. Mas Jesus os deixou falar e fazer o pior, e ali ficou no poder do silêncio de Deus – o mudo Cordeiro de Deus.

Há um silêncio que deixa Deus operar em nós; o silêncio que pára com os próprios planos e a auto-reivindicação, com os seus próprios recursos de sabedoria [ argumentações próprias ] e com  suas previsões, e deixa que Deus o proteja e responda ao golpe cruel, segundo o amor Dele, fiel e infalível.

Quantas vezes perdemos a intervenção de Deus porque tomamos nas mãos a nossa própria   causa e avançamos em nossa defesa utilizando palavras impróprias, ferinas, de baixa qualidade.

Que Deus nos dê este poder de guardarmos silêncio; e também nos dê este espírito manso! (A.B.Simpson, Manancial no Deserto)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

CARTA DE ABRAÃO LINCOLN AO PROFESSOR - Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros...

CARTA DE ABRAHAN LINCOLN AO PROFESSOR DO SEU FILHO:

"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."

Abraham Lincoln, 1830

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

SABE, DOUTOR, AQUELA "DOR" QUE NUNCA PASSA?

" Sucedeu depois da morte de Moisés, servo do Senhor, que este falou a Josué: dispõe-te agora, passa o rio Jordão, tu e todo este povo, à terra que Eu dou aos filhos de Israel." ( Livro de Josué, 1.1,2)

A tristeza entrou naquele lar deixando ali um vazio. O primeiro impulso foi desistir de tudo e sentar-se em desespero entre os destroços da esperança. Mas não se atreveu. Está no campo de batalha em meio à lutas. Fraquejar agora seria colocar em risco o interesse maior. Outras vidas seriam prejudicadas por um vacilo seu. E você não pode parar, nem um pouco para sofrer a sua própria dor.
Um general relatou uma história dramática vivida por ele no campo de guerra. Seu filho era tenente e comandante do grupo de artilharia. Estavam avançando contra o inimigo. O pai era o comandante geral daquela perigosa operação de ataque ao inimigo. Enquanto avançava, de repente seus olhos caíram sobre um corpo inerte, bem à sua frente. De relance percebeu que era o seu filho. O impulso do coração de pai era parar junto do morto querido e dar vazão à sua dor, mas o dever do momento ordenava que ele prosseguisse no ataque; assim, roubando às pressas um beijo, aos lábios mortos, avançou rápido, liderando seu grupo no ataque.
O choro inconsolável à beira de um túmulo não poderá restituir-nos aquele que amamos, nem tampouco bênção alguma virá dessa tristeza. A dor faz cicatrizes profundas; ela grava seus registros indelevelmente nos corações dos que a sofrem. Na verdade, nós nunca nos recuperamos inteiramente de nossas grandes dores; nunca mais seremos os mesmos depois que passarmos por elas. No entanto, na dor que foi devidamente aceita e suportada com ânimo, há uma influência humanizadora e fertilizadora. Aliás, são pobres os que nunca sofreram e não trazem marca de sofrimento. O gozo que nos está proposto deveria brilhar sobre as  nossas dores, como o sol brilha através das nuvens, dando-lhes  glória. Deus estabeleceu as coisas de tal forma que, prosseguindo no dever [ de viver e continuar a vida], encontraremos a mais rica e verdadeira consolação. Se nos sentarmos para acalentar as nossas dores, a escuridão cresce à nossa volta e penetra em nosso coração, e nossa força muda-se em fraqueza. Mas se voltarmos as costas à sombra e tomarmos as tarefas e deveres que Deus nos chama, a luz novamente voltará e ficaremos mais fortes ( J.R. Miller, Mananciais no Deserto).