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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
CORPO ESCULTURAL X ALMA ESCULTURAL - O corpo escultural, moldado e lapidado segundo os padrões atuais, deve " conter" também uma alma escultural...
CORPO ESCULTURAL X ALMA ESCULTURAL
O ideal de beleza imposto pela indústria da moda e da mídia e a valorização do corpo perfeito tornaram-se obsessão, e esse culto à estética traz sérios danos a corpo e alma.
Os ideais de beleza impostos pela indústria da moda e da mídia e a valorização do corpo perfeito tornaram-se obsessão dos últimos tempos. Esse culto à estética traz sérios danos. Doenças como anorexia, bulimia e vigorexia tomaram um vulto assustador : vidas são colocadas em risco no consumo de remédios para emagrecer e de anabolizantes, ou até mesmo fazendo cirurgias desnecessárias. Nada contra o cuidado com o corpo. Corpo saudável, sim; corpo escravo da escultura física nunca.
Assim também a alma precisa de cuidados. Ela também não pode enferrujar. O “sedentarismo” do mundo interno traduz-se em acomodação e conformismo. A alma que não é exercitada também envelhece cedo e mal.
O exercício físico exige disciplina, regularidade e dedicação. O da alma também.
Quando o apóstolo Paulo diz “ porque o bem que quero eu não faço, e o mal que não quero esse faço”(Rm 7.19), ele está falando de um exercício difícil. O exercício proposto por ele visa evitar a atrofia de algo lindo da alma humana e determinado por Deus: fazer a vontade do Pai. Esse é o grande exercício. Eis uma questão interessante: “os escravos da forma física” conseguem delinear os corpos. E os que exercitam a alma? Qual o resultado? Bem, aí a Palavra de Deus é clara e linda: “ O coração alegre aformoseia o rosto”(PV 15.13).
O resultado do “exercício da alma” é um coração alegre, que não cabe dentro do corpo e transborda em forma de rosto aformoseado. Log, a expressão bonita do corpo não vem pelo exercício físico, mas sim pelo exercício da fé e de todos os seus aspectos e valores. Exercita-se a alma flexionando os joelhos e erguendo as mãos(2 Cr 6.13). Precisamos exercitar isto:”ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus é o Senhor”(Fp 2.10-11). Isto é exercitar a alma.
Cuidar bem do seu corpo e da alma é vida.(Novolhar)
sábado, 24 de setembro de 2011
Celebrando no meio do caminho
Sempre é emocionante ver os atletas na linha de chegada comemorando um bom resultado de sua corrida. Quando os acompanhamos desde o começo, vemos antes da largada olhares preocupados e ansiosos para saber qual será o resultado. Durante a corrida rostos tensos, olhares determinados e em pouco tempo a linha de chegada, o final e a comemoração ou frustração.
Crescemos vendo isso e aprendendo que a celebração é vivida na linha de chegada, com o resultado final. Dessa forma a corrida tem que passar rápido, o mais rápido possível.
Mas o apóstolo Paulo mostra que pode ser diferente.
Paulo na linha de chegada da sua vida escreve uma carta emocionante para seu discípulo Timóteo. Dando suas últimas recomendações para o jovem líder ele aproveita e faz uma reavaliação de sua vida e de seu chamado.
Em um texto emocionante da sua segunda carta para Timóteo, ele, o apóstolo, prevê sua morte por ser seguidor de Jesus Cristo e descreve o que valeu a pena:
Eu já estou sendo derramado como uma oferta de bebida. Está próximo o tempo da minha partida.
Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.
Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda. II Tm 4:6-8
Ele não fala que derrotou o adversário no combate, que ganhou a corrida ou que moveu montanhas com sua fé. Ele mostra na linha de chegada que a corrida que ele fez foi boa do começo ao fim, que lutou com firmeza a luta toda e que, mesmo com as derrotas aparentes, guardou a sua fé.
O apóstolo mostra para o jovem Timóteo e para todos nós, que o foco não está apenas no resultado da vida e sim no jeito que se caminha, em cada passo, em cada respirar de nossa corrida.
Se aprendermos com Paulo esta lição, vamos aprender a celebrar, no meio do caminho, as pequenas vitórias, vamos ter prazer no jeito de viver e assim não vamos querer que a corrida passe rápido.
Poderemos chegar na linha final e dizer: Sei que fiz o melhor em Cristo e a medalha que Ele quiser me dar será a minha alegria.
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