domingo, 20 de janeiro de 2013

FELICIDADE E INFELICIDADE


Felicidade e infelicidade
Lucas 6.20-23

Jesus olhou para os seus discípulos e disse:

— Felizes são vocês, os pobres, pois o Reino de Deus é de vocês.

— Felizes são vocês que agora têm fome, pois vão ter fartura.

— Felizes são vocês que agora choram, pois vão rir.

— Felizes são vocês quando os odiarem, rejeitarem, insultarem e disserem que vocês são maus por serem seguidores do Filho do Homem. Fiquem felizes e muito alegres quando isso acontecer, pois uma grande recompensa está guardada no céu para vocês. Pois os antepassados dessas pessoas fizeram essas mesmas coisas com os profetas.


Não há como negar: o opositor passeia por aqui e por ali

Não há como negar: o opositor passeia por aqui e por ali – Edição 339 | Revista Ultimato


Não há como negar: o opositor passeia por aqui e por ali

“Numa época ultrarreligiosa” -- explica o autor de “Uma Breve História do Mundo” --, “quase todos acreditavam no poder de organização do mal”. Nessa época (séculos 16, 17 e 18), “presumia-se que o demônio estava à solta no mundo, com um milhão de pares de olhos malvados e um milhão de pares de mãos, escolhendo feiticeiras como suas servas pessoais”. Dizia-se que havia mil bruxas ou mais de “existência comprovada”. Naturalmente foi um exagerado “Deus nos acuda”. Porém, na primeira metade do século 20, milhões de pessoas instruídas passaram para o outro extremo: a negação do príncipe da potestade do ar.
Seja qual for o seu nome, Satanás existe e há várias expressões que apontam para a natureza de sua personalidade perversa: o acusador, a antiga serpente, Belial, Belzebu, o deus deste século, o diabo, o homicida, o inimigo, o maligno, o mentiroso, o príncipe deste mundo, o sedutor.
O diabo é sobre-humano e, ao mesmo tempo, subdivino. O terceiro e o antipenúltimo capítulos da Bíblia (Gn 3.1; Ap 20.7) falam mais sobre ele. Ele tem capacidade para fazer muitos estragos e, de fato, tem feito.
Possivelmente, ao falar sobre o rei da Babilônia (Is 14.12-15) e o rei de Tiro (Ez 28.11-19), os profetas Isaías e Ezequiel estivessem traçando um retrato da condição inicial de Satanás e das razões pelas quais ele perdeu a posição que ocupava (uma extrema soberba).
Uma das coisas mais impressionantes a respeito de Satanás é que ele conhece a verdade sobre Jesus. Quando o Senhor expulsou os demônios do pobre gadareno, eles o chamaram de “Jesus, Filho de Deus” e perguntaram-lhe: “O que o senhor quer de nós? O Senhor veio aqui para nos castigar antes do tempo?” (Mt 8.29). O espírito mau que dominava a adivinhadora de Filipos caminhava atrás de Paulo e Silas gritando: “Estes homens são servos do Deus Altíssimo e anunciam como vocês podem ser salvos” (At 16.17). A existência e a atividade do baixíssimo (para contrastar com o Altíssimo) é de fato uma das maiores dores de cabeça de um ser humano, especialmente para aqueles que têm maior responsabilidade no ministério cristão. Nem toda tentação, nem todo mal, nem todo sofrimento procedem do diabo. Contudo, a origem de muitas dessas desgraças está nele. A pior coisa que se pode atribuir ao diabo é a marca do pecado colocada em todo o gênero humano. Junto com o pecado, Satanás introduziu a morte, “o último inimigo a ser destruído” (1Co 15.26). As tragédias que ele provoca são tanto coletivas como individuais.
O que ele fez com o homem da terra de Uz que procurou ser completamente fiel a Deus foi tremendo. Em sua soberania e providência, Deus deixou algum espaço livre para ele. Satanás é responsável por toda a desgraça que caiu sobre Jó: a perda de todos os bens, de todos os filhos e de toda a saúde (Jó 1 e 2). Antes de mencionar os vários diálogos de Jó com seus três amigos e Zofar, o livro de Jó declara que Deus apenas encolheu a cerca com a qual protegia “o campeão da paciência” (Tg 5.11). É importante notar que Deus encolheu, mas não se retirou.
O domínio de Deus sobre tudo e sobre todos inclui o príncipe das trevas, como se vê claramente no livro de Jó (1.12; 2.6) e nas palavras de Jesus dirigidas a Pedro e aos demais apóstolos na véspera de sua morte: “Simão, Simão, escute bem! Satanás já conseguiu licença para pôr vocês à prova [exatamente como fez com Jó]. Ele vai peneirar vocês como o lavrador peneira o trigo, a fim de separá-lo da palha. Mas eu tenho orado por você, Simão, para que não lhe falte fé. E, quando você voltar para mim, anime os seus irmãos” (Lc 22.31-32). Provavelmente esta desagradável experiência de Pedro o tenha levado a declarar: “Estejam alertas e fiquem vigiando “porque” o inimigo de vocês, o diabo, anda por aí como um leão que ruge, procurando alguém para devorar” (1Pe 5.8). Resta lembrar as palavras encorajadoras de Paulo: “Nenhuma tentação é irresistível. Vocês podem confiar que Deus impedirá que a tentação se torne tão forte que não a possam enfrentar, visto que assim prometeu e cumprirá o que diz. Deus dará forças a vocês para suportá-la” (1Co 10.13).
Mesmo incomodados, desgastados, aborrecidos, temos de enfrentar a realidade das tentações, que não vêm só de dentro (da carne, do eu), nem só de fora (das circunstâncias), mas também de cima (das potestades do ar). A guerra entre o Criador e a criatura, entre o certo e o errado, entre o bem e o mal é muito antiga. Começou no Éden, logo após a desobediência de Adão. Ela é travada entre dois impérios: o império da luz e o império das trevas. Não há trégua nem acordo de paz. O embate será travado até a chegada de Jesus em poder e muita glória.


sábado, 19 de janeiro de 2013

CONVITE PARA DOMINGO DIA 20 DE JANEIRO

IGREJA DO "GALO"
RUA DOMINGOS RODRIGUES, 306 - LAPA

domingo 20 - 
- 09h30 - Momentos de Oração
- 09h45 - Estudo da Palavra de Deus
- 18h00 - Culto e Santa Ceia

Is.41.17 - Os pobres e necessitados buscam água, e não há, e a sua língua se seca de sede; mas eu o Senhor os ouvirei, eu o Deus de Israel não os desampararei. 

Mc 2.5 - 5 E Jesus, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados. 

Efésios 2.16 - 16 e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um só corpo, tendo por ela matado a inimizade;


SEJA BEM VINDO!!!

JESUS ESCOLHE OS DOZE APÓSTOLOS


Jesus escolhe os doze apóstolos
Lucas 6.12-19
Naquela ocasião Jesus subiu um monte para orar e passou a noite orando a Deus. Quando amanheceu, chamou os seus discípulos e escolheu doze deles. E deu o nome de apóstolos a estes doze: Simão, em quem pôs o nome de Pedro, e o seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu; Simão, o nacionalista; Judas, filho de Tiago; e Judas Iscariotes, que foi o traidor.
Jesus ensina e cura
Jesus desceu do monte com eles e parou com muitos dos seus seguidores num lugar plano. Uma grande multidão estava ali. Era gente de toda a Judeia, de Jerusalém e das cidades de Tiro e Sidom, que ficam na beira do mar. Eles tinham vindo para ouvir Jesus e para serem curados das suas doenças. Os que estavam atormentados por espíritos maus também vieram e foram curados. Todos queriam tocar em Jesus porque dele saía um poder que curava todas as pessoas. 

A palavra “misericórdia” existe porque a palavra “pecado” existe

A palavra “misericórdia” existe porque a palavra “pecado” existe – Edição 339 | Revista Ultimato


A palavra “misericórdia” existe porque a palavra “pecado” existe


A palavra “misericórdia” tem um sabor gostoso. Ela aparece cerca de 150 vezes na Bíblia (RA); quase a metade delas, no livro dos Salmos. “Tem misericórdia de mim” é o primeiro versículo de alguns salmos (4.1; 51.1; 56.1; 57.1) e a expressão “a sua misericórdia dura para sempre” aparece em 26 versículos do Salmo 136, em oito outros salmos e em muitas outras passagens do Antigo Testamento.
Misericórdia não é prêmio, não é galardão, não é recompensa. Aquele que comete pecado contra Deus não merece misericórdia, como admite Jacó numa situação de extremo perigo: “Não sou digno da menor de todas as misericórdias e de toda a tua fidelidade para comigo” (Gn 32.10). A confissão “não sou digno” ou “não mereço” precede, implicitamente ou não, a famosa e repetida súplica dos cristãos: “kyrie eleison” (misericórdia, Senhor). Esta palavra existe porque a palavra “pecado” existe. Deus não tem obrigação de perdoar e derramar novas bênçãos. Se ele intervém em nosso favor é apenas porque “a sua misericórdia dura para sempre”, ou “eterno é o seu amor”.
“A misericórdia é experimentada e exercida por uma pessoa que tem outra sob o seu poder ou debaixo de sua autoridade ou de quem nenhuma bondade pode ser reivindicada”, como explica Peter C. Craigie, da Universidade de Calgary, no Canadá. Num sentido jurídico, continua o professor, “a misericórdia pode envolver atos como o perdão, a absolvição ou a diminuição de penas”.
A necessidade que todos temos de misericórdia é uma declaração explícita de que todos somos pecadores. Seria muito bom começarmos cada oração com a súplica dos dois cegos de Jericó: “Senhor, filho de Davi, tem misericórdia de nós” (Mt 20.30).
Corremos o risco tanto de fazer cerimônia quando a misericórdia nos é oferecida quanto de abusar dela. É difícil dizer qual dos dois é o pior!


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

HÁ PODER NO PERDÃO


HÁ PODER NO PERDÃO



Entre todas as emoções do repertório humano, ódio, ira e ressentimento são as mais poderosas, com potencial capaz de causar as maiores destruições. Você pode pensar que está totalmente justificado pelos motivos que tem para odiar ou para demonstrar profundo ressentimento contra alguém que muito o feriu. Contudo, a verdade é que só pelo fato de estar carregando consigo tais sentimentos você já está pagando um preço incrivelmente alto: esses sentimentos estão mudando sua mente e seu coração, ou seja, eles estão mudando você!

Quero encorajá-lo no dia de hoje a tomar um cuidado muito especial com você mesmo e com seus entes queridos, quebrando essa cadeia que o vem acorrentando emocionalmente, ao se libertar dessa tortura existencial que acontece pela manipulação de tais emoções. A outra opção é consentir em se deixar dominar pelo ressentimento e pela amargura. Esses sentimentos farão de você uma pessoa amargurada e o induzirão a levantar paredes ao seu redor.

Ao persistir nessa atitude, você estará ferindo as pessoas que lhe têm dedicado enorme carinho e que não têm feito outra coisa senão amá-lo, e muito.

Há poder no perdão. A única maneira de sair desse relacionamento negativo pelo qual você foi ferido é oferecer perdão genuíno àquela pessoa.

Tudo aquilo que fez a você, ela já fez a si mesma. Existe um juiz, um reto juiz, que exerce sua justiça melhor que ninguém.

A única coisa pior que ser ferido por alguém é ser manipulado por essa ferida.

Há poder no perdão.

Portanto, para seu próprio bem e saúde emocional, PERDOE.

(Nélio Da Silva)

A plena consciência da condição humana traz vantagens de muito valor

A plena consciência da condição humana traz vantagens de muito valor – Edição 339 | Revista Ultimato


A plena consciência da condição humana traz vantagens de muito valor

Além de ser uma obrigação, a plena consciência da condição humana provoca três vantagens de muito valor.
Primeira: “eu me compreendo melhor”. Sou tentado pelo mal porque sou humano (Tiago diz que só Deus “não pode ser tentado pelo mal”). Estou rodeado de fraquezas, pois sou humano. Sou um, ontem, e sou outro, hoje, porque sou humano. Tenho inveja, tenho raiva, tenho fortes e insistentes desejos pecaminosos, guardo ressentimentos contra os que me machucam, penso só em mim, não amo a Deus e ao próximo como deveria e não tenho paciência porque sou humano.
Segunda: “eu me obrigo a ter misericórdia para com os outros”. A rigor, não sou melhor do que meu irmão nem ele é pior do que eu, pois ambos somos humanos. Nelson Rodrigues, o mais influente dramaturgo brasileiro, dizia: “Se todo mundo conhecesse a vida íntima de todo mundo, ninguém cumprimentaria ninguém”. O médico francês Maurice Fleury afirma o mesmo: “Depois de percorrer todos os escaninhos da alma humana, cheguei a uma conclusão: tenhamos piedade uns dos outros”. Se meu irmão tem um cisco no olho, eu tenho uma trave no meu. Se ele tem uma trave, eu tenho um cisco (Mt 7.3-5).
Terceira: “eu contrario a minha soberba”. Por que Paulo e Barnabé não permitiram que a multidão os tratasse como deuses em Listra? Não façam tal coisa -- reagiram os dois missionários --, pois “nós também somos humanos como vocês” (At 14.15). Se não reconhecesse que era humano, o escritor alemão Johann Goethe jamais confessaria: “Não vejo falta cometida que eu não pudesse ter cometido”. A percepção da nossa condição é uma enorme barreira contra a soberba. Quando se passa por cima desta barreira, somos derrubados. Quem se esquece de que é humano e começa a agir como Deus é obrigado a retroagir ao ouvir a voz de Deus: “Cheio de orgulho, você diz que é um deus [...], mas você é um homem e não um deus” (Ez 28.2).