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sábado, 1 de dezembro de 2012
PROFETAS E SUAS PROFECIAS: os anciãos de Israel
Quando o espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas depois nunca mais… Então correu um moço e anunciou a Moisés e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial. E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus jovens escolhidos, respondeu e disse: Moisés, meu senhor, proíbe-lho. Porém, Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Quem dera que todo o povo do Senhor fosse profeta, e que o Senhor pusesse o seu espírito sobre ele!(Números 11:25, 27-29).
Quando o povo, seguindo o líder da multidão, reclamou sobre o maná, suspirando por carne, Moisés se queixou ao Senhor. “Eu só não posso levar a todo este povo, porque muito pesado é para mim” (Números 11:4-14). Então o Senhor lhe disse que tiraria do Espírito que estava sobre ele e o colocaria sobre setenta anciãos de Israel, a fim de que levassem o fardo junto com ele. E que também providenciaria tanta carne que o povo se enfastiaria dela.
Quando Deus colocou o Espírito sobre os anciãos, todos profetizaram. “Não lhe dá Deus o Espírito por medida” (João 3:34). Até Eldade e Meldade, dois anciãos que não haviam ido à tenda do encontro, profetizaram no acampamento. Isso fez Josué, servo de Moisés, protestar vigorosamente. Às vezes nós também somos inclinados a colocarmos impedimento às atividades do Espírito Santo em outros que não andam conosco, que não estão seguindo o que nós achamos ser a vontade de Deus.
Deus é soberano. Moisés reconheceu isso. O coração dele não era egoísta. Ele queria que todo o povo fosse profeta e que Deus colocasse Seu Espírito sobre todos. Sigamos o exemplo de Moisés e aprendamos a nos alegrar na soberania de Deus, o qual age muito além da limitação de nossa mente corrompida!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
PROFETAS E SUAS PROFECIAS: Abraão, Isaque e Jacó
Quando andavam de nação em nação e dum reino para outro povo; não permitiu a ninguém que os oprimisse, e por amor deles repreendeu a reis, dizendo: não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas (Salmo 105:13-15).
Geralmente nos referimos a esses homens como patriarcas. Aqui Deus os intitula de Seus ungidos e profetas. O Senhor tinha feito uma aliança com eles, “quando eram poucos homens em número, sim, mui poucos, e estrangeiros nela”, ou seja, em Canaã, herança de Seu povo (vv. 11-12).
Alem das bênçãos proféticas de Jacó para seus filhos e netos em Gênesis 48-49, não temos nenhum registro das profecias que tenham feito. Mas a mão protetora de Deus, a qual o Salmo 105 celebra, é claramente visível durante toda a vida deles, mesmo quando falhavam.
Em Gênesis 20:3-7 lemos sobre a conversa que Deus teve com o rei Abimeleque, em Gerar, no período em que a conduta de Abraão foi egoísta e enganosa. Mesmo nesse momento, Deus diz acerca de Abraão: “Profeta é, e rogará por ti, para que vivas”. Aqui vemos outra função dos profetas de Deus: orar pelos outros. “O menor é abençoado pelo maior” nos diz Hebreus 7:7. A pessoa que permanece em um relacionamento firme com Deus pode orar pelos demais. Os resultados serão vistos. “E orou Abraão a Deus, e sarou Deus a Abimeleque, e à sua mulher, e às suas servas, de maneira que tiveram filhos” (Gênesis 20:17). Era evidente às nações pelas quais peregrinavam que Deus estava com os patriarcas. “E eles disseram [a Isaque]: Havemos visto, na verdade, que o Senhor é contigo” (26:28). E quando Jacó veio para o Egito a fim de escapar da fome, abençoou Faraó, o maior monarca de sua época (47:7, 10).
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