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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

RECOBRANDO AS FORÇAS

Boa Semente: RECOBRANDO AS FORÇAS: O que vendo ele, se levantou e, para escapar com vida, se foi… E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, ...


RECOBRANDO AS FORÇAS

O que vendo ele, se levantou e, para escapar com vida, se foi… E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água (1 Reis 19:3 e 6).

Após o profeta Elias ter dado um impactante testemunho de sua fé em Deus sobre o monte Carmelo, libertando o povo dos sacerdotes de Baal, ele teve de fugir da ira da rainha Jezabel, que queria vingança. Ela o deixou a par de seus planos assassinos através de um mensageiro.

Podemos ver esse homem de Deus no deserto cansado, deprimido, debilitado. Ele se sentou embaixo de uma árvore e sentindo sua fraqueza, orou: “Já basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida” (v. 4). Depois deitou e dormiu. Mas Deus não respondeu a oração de Seu servo. Ele ainda tinha algumas tarefas para Elias executar antes de seu glorioso fim (2 Reis 2:11).

Como é fácil nos sentirmos igual a Elias: cansados sob o peso da obra que fazemos para o Senhor. Falta-nos forças para continuar a defender os interesses de Deus. Talvez estejamos fatigados de nadar contra a maré. Um dia enfrentamos com ousadia os poderosos inimigos de Deus; poucas horas depois, estamos sentados sob alguma árvore, exaustos, sentindo nossa força espiritual se esvair.

Se você não tem cumprido a tarefa que o Senhor lhe designou, então se anime! Nosso Senhor é onipotente, misericordioso e compassivo. Quando Elias acordou, Deus já havia providenciado alimento para ele. É comeu e ficou nutrido para quarenta dias de caminhada, até se encontrar com Deus em Horebe.

Deus sempre nos leva a lugares de quietude para renovar nossas forças na caminhada e nos fortalecer para Sua obra.

domingo, 25 de novembro de 2012

O CAVALEIRO UNGIDO


Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade. E neste teu esplendor cavalga prosperamente, por causa da verdade, da mansidão e da justiça… O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de eqüidade
(Salmo 45:3-4, 6).

Existe um senso adequado da majestade de Sua Pessoa. Foi rejeitado pelos homens; o fraco e culpado braço humano se levantou contra Ele com falsidade e traição. Mas chegará o dia em que cavalgará prosperamente por causa da verdade. Ele foi o Humilde e Manso, e “aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado” (Lucas 14:11). O resultado de Sua humilhação foi Sua exaltação acima de todos.

“O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de eqüidade. Tu amas a justiça e odeias a impiedade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.”

Ele é mais ungido do que seus companheiros, pois era antes deles. E quem são esses companheiros? Hebreus 2 nos revela que nós somos os companheiros. “Porque, assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos” (Hebreus 2:11-12). E mais uma vez lemos: “Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim” (Hebreus 3:14). Ele é ungido com óleo de alegria, e esse precioso ungüento desce para as orlas de Suas vestes.

No dia da glória de Cristo, em que Ele cavalgará vitoriosamente, estaremos com Ele, compartilharemos Sua glória, e o óleo de Sua alegria também cairá sobre nós.