Vinda das palavras hebraicas – “Bikkur”: primeiro fruto e “Reshit”:
o principal. Em grego, “Aparché”, os primeiros frutos, tal qual utilizada em
Romanos 8-23: “também nós que temos as primícias do Espírito [Santo]”.
Os preceitos do Antigo Testamento tinham o propósito de relembrar
aos homens sobre todas as coisas boas que lhe são dadas como presentes ou dádivas,
devolvendo-lhes algo em preito de gratidão. Essa era uma prática boa e saudável.
As “primícias”, pois, eram ofertas de vários tipos. Êxodo 23-16:19: “As
primícias dos frutos da tua terra trarás à Casa do Senhor”. Assim, no lugar em
que o peixe e a carne eram o ganha-pão, traziam-se os primeiros peixes
apanhados e dos primeiros filhotes do rebanho como oferta. O povo começou a
negligenciar essa festividade quando estava em pecado e apostasia.
As primícias
de todas as sortes eram levadas a Jerusalém em meio a grande
pompa e cerimônia. Em grandes grupos recitavam a uma só voz Deuteronômio
26-3:10. Daquele momento em diante as ofertas passavam a ser propriedade do
sacerdote que as usava para sustentar o templo e o culto a Deus.
Todos os tipos de ofertas entregues nas Primícias simbolizavam antes
de tudo, a entrega pessoa ao seu Deus. Agora, o ofertante pertencia a Deus. E
era por este, abençoado assim como todos os seus.
As
pessoas convertidas à fé cristã são as primícias de multidão
inumerável, que representam a colheita espiritual (Romanos 16-5; I Coríntios
16-15).
O próprio
Jesus é as primícias da ressurreição, garantindo a ressurreição de todos
os salvos, por ocasião da segunda vinda dEle (I Coríntios 15-20:23)
Nas “Primícias”, Deus exige o principal e o melhor fruto da terra,
da criação. O melhor e principal da
criação humana é você.
extraído do boletim 214 - IPI da Lapa - 27.11.2011
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