segunda-feira, 2 de abril de 2012

AS NOSSAS DECISÕES


Vivemos num mundo onde as decisões têm de ser rápidas, eficazes, para não trazer arrependimento ou prejuízo futuramente. Cada vez mais, a sociedade e as empresas exigem que as pessoas sejam decididas e racionais. Pessoas que sejam práticas e objetivas.

Nas páginas das Sagradas Escrituras também há um Deus de decisão. E que não se arrepende do que faz. Assim, lemos que Deus "decidiu" criar o mundo. Do nada. E com uma única palavra-ordem, criou. Perfeito. Lindo. E, depois de tudo feito, criou o homem à sua imagem e semelhança. Para que cuidasse do jardim.

Assim, vemos os homens agindo. Deus chamou Abrão para ir à terra deserta. Abrão obedeceu e foi. Deus chamou os profetas. Alguns relutaram. Mas todos foram. Desempenharam o seu papel que Deus destinara à eles (Hebreus 11)

No Novo Testamento, Jesus passa pela praia. Vê homens, após longo dia de labor, alguns lavando as redes, outros consertando-as. Eram pescadores. Jesus os chamou, eles deixaram tudo e o seguiram. Jesus encontrou Levi na coletoria cobrando impostos. Chamou-o, ele deixou seu posto e o seguiu. Assim foram "recrutados" todos os discípulos. Eles se deixaram treinar pelo Mestre para serem aptos para o Reino de Deus.

Cada uma na sua área, todos eram pessoas decididas. Suas atitudes revelam na pronta-resposta que deram a Jesus, que sabiam o que era "prioridade" na vida deles.

Hoje, Deus ainda precisa de pessoas que tome decisões. Que decidam ser membros das igrejas locais. Que tomem a decisão de servi-lo na sua igreja. Que decidam ter a ética que vem do céu. Ainda que entre em confronto com a ética deste mundo. Decidiram ser "cidadãos dos céus" porque "escolheram" morar nos céus com Deus.

(extraído do boletim 223 de 05.02.2012 da IPI da Lapa)


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