Todas as idéias que temos vieram de algum lugar. Elas não são como capim que nasce como uma praga não controlada. Elas são uma mais como uma planta, temos que receber a semente e regá-la para que a idéia subsista. A idéia que chega ao nosso centro cognitivo tem que ser cultivada por nossas emoções.
Mas o decidir crer implica em decisão e não em emoção. Quero crer portanto creio. Removo montanhas de hesitações e creio.
Cremos porque nossa mãe creu.
Tenho um amigo que quando jovem, perdido em drogas e farras de gang na periferia do Rio de Janeiro, sempre que chegava em casa nas madrugadas, às vezes com o sol nascendo encontrava a mãe ajoelhada a orar.
-E aí mãe, não dormiu?
- Ah meu filho, dormi, não se preocupe só estava cochilando – mentia a mãe, não querendo preocupar o filho, e aí saía a lhe preparar um janta que ele comia antes de cair na cama exausto.
Adulto, ele se lembrava muitas vezes da cena, a mãe, a presença de Deus na sala, a espera pelo prato de ovo frito, a cama limpa.
Passaram-se alguns anos, o menino rebelde se voltou para Deus, escolheu crer, e as marcas daquele amor que não pedia nada em troca ainda lhe fazem chorar hoje.
A Bíblia fala que Deus nos arrasta com cordas de amor. Muitas pessoas de fé que conheço se espelham em algum tipo de amor que receberam ou na infância ou na juventude. O experimentar amor faz com que na cabeça delas Deus e seu amor sejam possíveis.
Outros crêem por verem a infelicidade que uma vida sem fé causa aos que a vivem. Creio porque ao meu lado não creram, e veja o que sofreram. A fé é sempre mais forte em persuadir do que a falta dela.
Alguns mesmo expostos à fé descrêem. A idéia de que talvez Deus não exista coisa nenhuma chega ao centro de nossa razão. Para que a idéia floresça e crie raízes no minha maneira de encarar o mundo ela tem que ser regada por emoções, tem que ser cultivada. Que emoções cultivam a falta de fé?
(Continua no livro…. hehehehhe) Comente e enriqueça aí a minha iniciativa…
Mas o decidir crer implica em decisão e não em emoção. Quero crer portanto creio. Removo montanhas de hesitações e creio.
Cremos porque nossa mãe creu.
Tenho um amigo que quando jovem, perdido em drogas e farras de gang na periferia do Rio de Janeiro, sempre que chegava em casa nas madrugadas, às vezes com o sol nascendo encontrava a mãe ajoelhada a orar.
-E aí mãe, não dormiu?
- Ah meu filho, dormi, não se preocupe só estava cochilando – mentia a mãe, não querendo preocupar o filho, e aí saía a lhe preparar um janta que ele comia antes de cair na cama exausto.
Adulto, ele se lembrava muitas vezes da cena, a mãe, a presença de Deus na sala, a espera pelo prato de ovo frito, a cama limpa.
Passaram-se alguns anos, o menino rebelde se voltou para Deus, escolheu crer, e as marcas daquele amor que não pedia nada em troca ainda lhe fazem chorar hoje.
A Bíblia fala que Deus nos arrasta com cordas de amor. Muitas pessoas de fé que conheço se espelham em algum tipo de amor que receberam ou na infância ou na juventude. O experimentar amor faz com que na cabeça delas Deus e seu amor sejam possíveis.
Outros crêem por verem a infelicidade que uma vida sem fé causa aos que a vivem. Creio porque ao meu lado não creram, e veja o que sofreram. A fé é sempre mais forte em persuadir do que a falta dela.
Alguns mesmo expostos à fé descrêem. A idéia de que talvez Deus não exista coisa nenhuma chega ao centro de nossa razão. Para que a idéia floresça e crie raízes no minha maneira de encarar o mundo ela tem que ser regada por emoções, tem que ser cultivada. Que emoções cultivam a falta de fé?
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Artigo impresso de Braulia Ribeiro: http://ultimato.com.br/sites/brauliaribeiro
Endereço do artigo: http://ultimato.com.br/sites/brauliaribeiro/2012/06/29/de-onde-vem-a-fe/
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