quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sugestão de leitura bíblica para hoje 23.10.2013

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"Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: "A morte foi destruída pela vitória"."

Lamentações 2:8-15




Os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se pode abalar, mas permanece para sempre.
Como os montes cercam Jerusalém, assim o Senhor protege o seu povo, desde agora e para sempre.
O cetro dos ímpios não prevalecerá sobre a terra dada aos justos, se assim fosse, até os justos praticariam a injustiça.  
Senhor, trata com bondade aos que fazem o bem, aos que têm coração íntegro.
Mas aos que se desviam por caminhos tortuosos, o Senhor dará o castigo dos malfeitores. Haja paz em Israel!

PREVENDO O FUTURO?

Boa Semente: PREVENDO O FUTURO?: Eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas qu...


PREVENDO O FUTURO?

Eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam (Isaías 46:9-10).

Você provavelmente já ouvir falar de Nostradamus. Ele era um astrólogo do século XVI, que escreveu muitas profecias, as quais despertam o interesse de estudiosos até hoje. Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, seu trabalho foi consultado para ver se havia alguma indicação deste evento.

Quem deseja ser guiado por Nostradamus está em terreno escorregadio. Suas profecias são tão estranhas e nebulosas que admitem toda a espécie de interpretação. Não é de se estranhar que os chamados ‘peritos’ raramente concordem sobre o significado de um simples texto dele. Essa não é a maneira de aprender acerca do futuro.

Nenhum ser humano está em posição de predizer o futuro. Essa é uma prerrogativa de Deus, e Ele fez isso na Bíblia. As profecias bíblicas são tão detalhadas e claras que a credibilidade da Palavra se confirma entre outras coisas pelo total cumprimento delas.

Um exemplo: o profeta Isaías anunciou que um rei chamado Ciro permitiria que os judeus reconstruíssem Jerusalém (Isaías 44:28). Isso foi escrito quando o templo estava em perfeitas condições e muito antes do nascimento de Ciro. Somente 150 anos depois, em 538 a.C., o rei persa Ciro deu ordens para que o templo fosse reerguido. Os historiadores confirmam esse fato.

Uma vez que as profecias bíblicas sobre o nascimento, morte e ressurreição de Cristo foram cumpridas à risca, podemos crer que as profecias sobre o fim dos tempos também serão. E a História atestará o cumprimento delas.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sugestão de leitura bíblica para hoje 22.10.2013

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"Assim está escrito: "O primeiro homem, Adão, tornou-se um ser vivente"; o último Adão, espírito vivificante"

Lamentações 1:1-12




A ti eu clamo, Senhor, minha Rocha; não fiques indiferente para comigo. 
Se permaneceres calado, serei como os que descem à cova.
Ouve as minhas súplicas quando clamo a ti por socorro, quando ergo as mãos para o teu Lugar Santíssimo.
Não me dês o castigo reservado para os ímpios e para os malfeitores, que falam como amigos com o próximo, mas abrigam maldade no coração.
Retribui-lhes conforme os seus atos, conforme as suas más obras; retribui-lhes pelo que as suas mãos têm feito e dá-lhes o que merecem.
Visto que não consideram os feitos do Senhor, nem as obras de suas mãos, ele os arrasará e jamais os deixará reerguer-se.
Bendito seja o Senhor, pois ouviu as minhas súplicas.
O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, e dele recebo ajuda. 
Meu coração exulta de alegria, e com o meu cântico lhe darei graças.
O Senhor é a força do seu povo, a fortaleza que salva o seu ungido.
Salva o teu povo e abençoa a tua herança! 
Cuida deles como o seu pastor e conduze-os para sempre.

Adonai nosso Deus é Um

Adonai nosso Deus é Um – Edição 341 | Revista Ultimato


Uma divindade se apresenta a Moisés, dizendo: “Eu sou o Deus de seu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó” (Êx 3.6). Isso significa que é possível identificar que a divindade que se revelou a Abrão foi a mesma que se revelou a Isaque e também a Jacó, pois a natureza de tal revelação obedece a uma coerência unívoca. A partir dessas revelações, os patriarcas de Israel vão conhecendo o seu Deus e aos poucos vão percebendo que ele é absolutamente distinto dos deuses das nações vizinhas. Não demora para que os outros deuses sejam considerados ídolos e que o Deus de Israel se afirme como único Deus. O Shemá, trecho da Torá que fundamenta o monoteísmo judaico, começa com as palavras: “Ouve, Israel, Adonai nosso Deus é Um”.

O segundo mandamento do Decálogo proíbe a fabricação de ídolos e imagens de qualquer coisa no céu, na terra ou debaixo da terra. A proibição inclui o próprio Deus. A inteligência do mandamento sugere que Deus é incomparável e não pode ser definido ou limitado à semelhança de suas criaturas. Mais do que isso, Deus não pode ser decodificado a ponto de se tornar passível de controle e manipulação de seus adoradores – o que compreendemos, controlamos. Na verdade, os ídolos, feitos por mãos humanas, é que servem aos interesses e se submetem aos caprichos daqueles que os fabricam.

A pior idolatria é aquela que resulta da equivocada compreensão do caráter de Deus, isto é, quando ao nome de Deus é associado um caráter e uma identidade que não são compatíveis com a revelação que o próprio Deus faz de si mesmo. Jesus corrige seus discípulos Tiago e João, que desejavam a destruição de um povoado samaritano, afirmando: “Vocês não sabem de que espécie de espírito vocês são” (Lc 9.55). Também os discípulos no caminho de Emaús foram corrigidos por Jesus, pois foram igualmente incapazes de ligar o nome à pessoa: o Messias real era diferente do Messias imaginado. Eis a versão mais sofisticada de idolatria: atribuir a identidade errada ao nome certo. Não são poucos os cristãos contemporâneos passíveis do mesmo pecado: transformar Deus em ídolo; confundir o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, o Deus de Jesus, com os deuses pagãos.

Deus é transformado em ídolo quando ocupa o imaginário das pessoas como o mais poderoso dentre todos os deuses. O monoteísmo afirma que existe apenas um Deus, e não que Deus é o deus mais poderoso. O primeiro mandamento – “Não terás outros deuses” – não é uma proibição à adoração de outros deuses, mas uma afirmação de que não existem outros deuses. Na verdade, os outros deuses são produto da mente humana, isto é, ídolos. Toda vez que Deus é comparado com “outros deuses”, mesmo para que seja destacado como o maior e o melhor, ele é reduzido à categoria de ídolo. Deus é único.

Deus é transformado em ídolo quando é confinado aos limites de imagens, locais, pessoas, ritos, símbolos, seres ou qualquer outra coisa que dê a ele uma medida, pois Deus é o Ser-em-si, não sujeito a tempo, espaço e modo. Deus é Espírito.

Deus é transformado em ídolo quando se pretende que o relacionamento com ele seja destituído de quaisquer implicações morais, pois isso equivale a atribuir a Deus uma categoria de neutralidade e, portanto, despersonalizá-lo. Deus é Espírito pessoal.

Deus é transformado em ídolo quando o relacionamento com ele é fundamentado em relações de mérito e demérito, pois nesse caso o fator determinante do relacionamento é o ser humano, que faz por merecer ou deixa de merecer, isto é, Deus apenas reage. Deus é gratuidade.

Deus é transformado em ídolo quando o relacionamento com ele é fundamentado em relações de causa e efeito, pois isso implica confinar Deus às regras de um mecanismo que pode ser ativado ou desativado, e nesse caso se pretende manipulá-lo por meio da descoberta dos botões que o fazem funcionar. Deus é incondicionado.

Deus é transformado em ídolo quando as expectativas que se tem a respeito dele giram ao redor de questões meramente circunstanciais, pois o reino de Deus não é comida nem bebida, ou seja, não está restrito às questões efêmeras e materiais. Deus é Eterno.

Deus é transformado em ídolo quando é submetido a obrigatoriedades determinadas pela conveniência humana, pois deixa de ser um fim em si mesmo e é transformado em meio para um fim maior. Deus é soberano.

Deus é transformado em ídolo quando, em seu nome, se faz exigência de sacrifícios humanos, pois ele não se alimenta de vidas humanas, sendo ele mesmo o doador e mantenedor da vida. Deus é amor.

Deus é transformado em ídolo quando é submetido a qualquer regra de qualquer ordem. Deus é incontrolável.
Deus é transformado em ídolo quando se torna objeto de discussão, em detrimento de objeto de devoção e paixão, o que pode acontecer, inclusive, em relação a este texto, que fica dizendo que Deus é isso e aquilo. Deus é indiscutível.

• Ed René Kivitz é pastor da Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo. É mestre em ciências da religião e autor de, entre outros, O Livro Mais Mal-Humorado da Bíblia. www.edrenekivitz.com

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Sugestão de leitura bíblica para hoje 21.10.2013

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"Não se deixem enganar: "as más companhias corrompem os bons costumes""




Foste favorável à tua terra, ó Senhor; trouxeste restauração a Jacó.
Perdoaste a culpa do teu povo e cobriste todos os seus pecados.
Retiraste todo o teu furor e te afastaste da tua ira tremenda.
Restaura-nos mais uma vez, ó Deus, nosso Salvador, e desfaze o teu furor para conosco.
Ficarás indignado conosco para sempre? Prolongarás a tua ira por todas as gerações?
Acaso não nos renovarás a vida, a fim de que o teu povo se alegre em ti?
Mostra-nos o teu amor, ó Senhor, e concede-nos a tua salvação!
Eu ouvirei o que Deus, o Senhor, disse: Ele promete paz ao seu povo, aos seus fiéis! Não voltem eles à insensatez!
Perto está a salvação que ele trará aos que o temem, e a sua glória habitará em nossa terra.
O amor e a fidelidade se encontrarão; a justiça e a paz se beijarão.
A fidelidade brotará da terra, e a justiça descerá dos céus.
O Senhor nos trará bênçãos, e a nossa terra dará a sua colheita.
A justiça irá adiante dele e preparará o caminho para os seus passos.

Porque, vendo eles as multidões, compadeceu-se delas

Porque, vendo eles as multidões, compadeceu-se delas – Edição 341 | Revista Ultimato


O relato dos Evangelhos revela que Jesus nunca deixou de atender a um pedido de misericórdia. Ele não se importava em parar o que estivesse fazendo para responder ao clamor de um ser humano em aflição. O que motivava o coração do jovem mestre galileu era a compaixão, sentimento profundo que o movia à ação imediata.
As curas e os exorcismos, por exemplo, mostram Jesus confrontando a doença, a morte e a possessão maligna, agindo com poder sobre circunstâncias que traziam muito sofrimento à vida daquelas pessoas.
No caso dos leprosos, a cura significou “purificação” e retorno à vida social e religiosa (Mc 1.40-45; Lc 17.14-19); para os cegos, a cura trouxe à luz, literalmente, todas as oportunidades para uma vida normal (Mt 9.27-31; Lc18.35-43); à mãe viúva de Naim, Jesus restituiu a esperança e o amparo (Lc 7.11-17). Ele libertou o menino possesso e ofereceu a seu pai a “cura” para sua falta de fé (Mc. 9.17-27). O homem geraseno saiu das trevas da loucura para uma vida de testemunho sobre o quão misericordioso Deus tinha sido para com ele (Mc 5.1-20).
Se curando e libertando Jesus mostrou sua identificação com o sofrimento das pessoas, quando alimentou as multidões ensinou aos discípulos que todas as necessidades humanas são alvo de sua preocupação e que a fé é elemento fundamental para a missão no mundo (Mt 14.14-21; Mc 8.1-10). Não é preciso muito – alguns pães e uns peixinhos são suficientes para o Messias. O que os discípulos realmente precisavam – e nós ainda precisamos – era de um coração misericordioso e da fé que pode mover montanhas.
Em seus ensinos, a misericórdia ultrapassa as diferenças étnicas e religiosas, as preferências sociais, os compromissos eclesiásticos, como na parábola do bom samaritano (Lc 10.25-37). A compaixão que Jesus requer de seus discípulos rompe paradigmas porque não tem base na medida humana, o padrão é o próprio Deus: “Sede misericordiosos, como também é misericordioso o vosso Pai”(Lc 6.36).
Este é, afinal, o Jesus que os Evangelhos apresentam – aquele que se aproximava dos marginalizados em amor. E quem são os marginalizados de hoje? A quem a Igreja precisa alcançar e tem se esquivado de fazê-lo? Por que razões religiosas ou sociais nós cristãos temos “passado de largo” quando vemos uma pessoa largada à beira do caminho, em dores e sofrimentos? Por que a multidão ainda tenta calar aqueles que clamam “Filho de Davi, tem compaixão de mim!”? Responder a perguntas como essas é crucial para a Igreja, pois a missão encarnacional de Cristo baseia-se no amor, na compaixão, e transtorna todos os modelos pecaminosos de relacionamento, moldando-os segundo os parâmetros da graça de Deus.
O cristianismo é um chamado radical à obediência, seguindo os passos de compaixão de Jesus, o que exige uma igreja encarnada, mergulhada reflexivamente em sua realidade, sem medo do que vai encontrar e disposta a fazer alguma coisa. Quando age misericordiosamente, a Igreja assume a sua missão integral no mundo, assim como toda Igreja engajada na missão integral o faz porque a compaixão do próprio Deus tocou seu coração. Uma igreja-em-missão é uma igreja compassiva, e vice-versa.
• Lícia Rosalee é professora e missionária. Este artigo baseou-se em sua dissertação de pós-graduação em missiologia no Centro Evangélico de Missões (CEM), em Viçosa, MG.

domingo, 20 de outubro de 2013

Sugestão de leitura bíblica para hoje 20.10.2013

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"Tenho mais discernimento que todos os meus mestres, pois medito nos teus testemunhos."




Como eu amo a tua lei! Medito nela o dia inteiro.
Os teus mandamentos me tornam mais sábio que os meus inimigos, porquanto estão sempre comigo.


Tenho mais discernimento que todos os meus mestres, pois medito nos teus testemunhos.
Tenho mais entendimento que os anciãos, pois obedeço aos teus preceitos.
Afasto os pés de todo caminho mau para obedecer à tua palavra.
Não me afasto das tuas ordenanças, pois tu mesmo me ensinas.
Como são doces para o meu paladar as tuas palavras! Mais do que o mel para a minha boca!
Ganho entendimento por meio dos teus preceitos; por isso odeio todo caminho de falsidade.