sábado, 4 de agosto de 2012

TEIMOSO DEMAIS PARA PERGUNTAR QUAL A DIREÇÃO

Por Robert J. Tamasy

Em sua opinião, quais as invenções que exerceram maior impacto na humanidade? 

Seria impossível compilar uma relação completa, mas certamente entre as mais significativas estariam inovações como a luz elétrica, o automóvel, o avião, as fibras sintéticas, o computador pessoal, a Internet, o telefone celular.  Você provavelmente pensará em muitas outras, mais uma ferramenta mais recente que eu acrescentaria à lista seria o sistema de posicionamento global  (GPS). 

Para pessoas com “deficiência direcional”, como eu, o GPS é uma dádiva.  Se você me dissesse como chegar a um lugar dez vezes, provavelmente eu teria que perguntar-lhe uma décima primeira vez.  Por qualquer razão, minha mente não retém informações lineares tais como chegar a um destino que eu não visito com frequência.  Assim, possuir um GPS é de grande ajuda, principalmente quando em visita a uma cidade pouco conhecida.

Já se observou que muitos homens são particularmente relutantes quanto a pedir informações;  eles se orgulham de poder chegar a um destino sem a ajuda de ninguém humana ou tecnológica.  Para mim, porém, isso não faz muito sentido.  Se o seu intento é chegar a um lugar por que não tentar conhecer a melhor e mais eficiente rota?

 E se houvesse um GPS disponível para traçar a rota pelo território frequentemente duro e imprevisível da nossa vida diária?  Qual a melhor carreira para mim?   Será esta uma boa ocasião para trocar de emprego?  Como podemos reinventar o nosso negócio a fim de chamar a atenção de um mercado em mudanças?  Quando eu deveria fazer esse investimento?  Onde está aquela pessoa-chave para a equipe que estamos procurando?   Qual a melhor maneira de equilibrar vida pessoal e profissional?  Como eu saio do débito? 

Na verdade, já existe um “dispositivo” assim.  Nós o conhecemos com o nome de Bíblia.   Também podemos chamá-la de GPS – God’s Positioning System (Sistema de Posicionamento de Deus).  Deixe-me explicar: 

Confie no “navegador”.  Quando usamos um GPS num carro, ele nos serve melhor quando confiamos nas informações para nos guiar ao nosso destino.   Tempo e experiência me ensinaram que Deus quer ser o nosso navegador na travessia da vida.   Anos atrás aprendi estes versículos, que têm servido como um lembrete constante: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento;  reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas”  (Provérbios 3:5-6). 

Esteja disposto a mudar de direção. Quando usamos um GPS no carro, se fizermos uma conversão incorreta vamos ouvi-lo dizer: “recalculando”.  Ele então vai revisar as informações para nos manter no rumo do nosso destino.  De modo similar, se estivermos dispostos a confiar em Deus, Ele irá redirecionar a nossa vida, corrigir nossas decisões e ajustar nossos planos para nos capacitar a atingir nossas metas e objetivos, pessoal e profissionalmente.  “Em seu coração o homem planeja o seu caminho, mas o Senhor determina os seus passos”  (Provérbios 16:9). 

Permaneça confiante mesmo quando as vizinhas não forem conhecidas.  Quando dirigimos um carro e confiamos em seu GPS há momentos em que perguntamos:  “Esta direção está certa?”   Geralmente, deixar de confiar no GPS e começar a confiar em nosso próprio julgamento e intuição ocorre quando estamos em dificuldade e nos sentimos perdidos, longe de onde queríamos estar.   Por isso é importante confiar na sabedoria e orientação de Deus.  “’Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro’”  (Jeremias 29:11). 

Como você está viajando através da vida hoje?  Onde está obtendo a orientação que precisa para a jornada? 

Próxima semana tem mais!    
Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA.  Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes  

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O BEM PREVALECE


Não é o mais forte das espécies que sobrevive, não é o mais inteligente, mas o que melhor responde às mudanças.  L.C. Megginson
Na mais profunda e densa escuridão, o amor é mais saliente e magnífico do que qualquer treva. Na mais angustiante tristeza, a esperança no amor e misericórdia de Deus tem a capacidade de criar uma força que esse mundo não conhece. 

Se tudo está perdido, então há muito para se ganhar. Quanto mais confuso, barulhento e complicado esse mundo se torna, mais poder e vigor está presente na quietude. Quando o seu dia está cheio de hostilidade, atos de amor têm a habilidade de mudar qualquer ambiente. 

Num mundo cheio de temores e mentiras, é através da verdade que este mesmo mundo ganha uma nova e resplandecente luz. É em tempos de grande descontentamento que as possibilidades de um real contentamento se tornam ainda maiores. É num nível mais profundo que o bem prevalece, isto porque a verdade – na sua mais autêntica natureza – jamais poderá ser negada.
Nélio DaSilva

Para Meditação:
Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos.  Romanos 12:17,18

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A IRA?



Pergunta: "O que a Bíblia diz sobre a ira?"


Resposta: Lidar com a ira é um tópico muito importante. Um conselheiro experiente disse que 50% das pessoas que vieram ao seu consultório para aconselhamento tinham problemas com ira. Ela pode destruir a comunicação e acabar com relacionamentos, além de arruinar a alegria e saúde de muitos. É muito comum que pessoas tentem justificar sua ira, ao invés de aceitar a responsabilidade por seu comportamento. Há um tipo de ira que a Bíblia chama de indignação justa, mas ela não deve ser confundida com a ira da qual estamos falando aqui. 


Em primeiro lugar, ira nem sempre é um pecado. Deus é raivoso (Salmo 7:11; Marcos 3:5), e os crentes são comandados a se irarem (Efésios 4:26). Duas palavras gregas são usadas no Novo Testamento para a nossa palavra “ira”. Uma (orge) significa “paixão, energia”; a outra (thumos) significa “agitado, fervendo”. O dicionário Webster define a ira como “emoção excessiva, paixão despertada por um sentimento de injustiça ou erro”; essa injustiça pode ter sido contra nós ou outra pessoa. Biblicamente falando, a ira é uma energia dada por Deus para nos ajudar a resolver problemas. Exemplos de ira bíblica incluem Paulo confrontando Pedro por causa de seu mau exemplo em Gálatas 2:11-14, Davi estando chateado ao escutar o profeta Natã narrando sua injustiça (2 Samuel 12) e Jesus ficando irado pela forma em que alguns judeus tinham defamado o louvor no templo de Deus em Jerusalém (João 2:13-18). Note que nenhum desses exemplos de ira envolveram auto-defesa, mas defesa de outras pessoas ou de um princípio.


No entanto, a ira se torna um pecado quando é causada por motivos egoístas (Tiago 1:20), quando o objetivo de Deus é distorcido (1 Coríntios 10:31), ou quando a ira permanece por muito tempo (Efésios 4:26-27). Ao invés de usar a energia gerada pela ira para atacar o problema em mão, a pessoa é que acaba sendo atacada. Efésios 4:15, 19 diz que devemos falar a verdade em amor e crescer em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, e não permitir com que palavras insensíveis ou destrutivas saiam de nossas bocas. Infelizmente, esse falar venenoso é uma característica comum do homem pecador (Romanos 3:13-14). A ira se torna um pecado quando permitimos com que transborde sem limites, resultando em um cenário no qual todos presentes se machucam (Provérbios 29:11), devastando tudo e todos, com consequências irreparáveis. A ira também se torna um pecado quando o que está irado se recusa a se acalmar, e acaba guardando rancor ou mágoas dentro de si (Efésios 4:26-27). Isso pode causar depressão e irritabilidade com qualquer coisinha, geralmente com coisas que não tinham nada a ver com o problema original. 


Podemos lidar com a ira de uma forma bíblica:
1) Ao reconhecer e admitir que nossa ira e a forma na qual lidamos com ela são egoístas (Provérbios 28:13; 1 João 1:9). Essa confissão deve ser a Deus e àqueles que se machucaram como resultado de nossa ira. Não devemos minimizar esse pecado e dizer que “as coisas esquentaram um pouco o outro dia” ou ao tentar transferir a culpa: “bem, se você não tivesse agido do jeito que agiu...”


2) Ao ver que Deus tem controle sobre tudo. Isso é de grande importância especialmente quando outras pessoas fizeram algo para nos ofender especificamente. Tiago 1:2-4; Romanos 8:28-29 e Gênesis 50:20 apontam ao fato de que Deus é soberano e em total controle sobre TODAS as cirscunstâncias e pessoas que cruzam nosso caminho. Nada acontece conosco que Ele não permite. E assim como todos esses versículos ensinam, Deus é um Deus BOM (Salmo 145:8,9,17) que faz coisas boas e usa todas as coisas em nossas vidas para o nosso bem e para o bem daqueles que estão ao nosso redor! Refletir nessa verdade até que penetre nossas cabeças e corações vai influenciar como reagimos com aqueles que nos machucaram muito. 


3) Ao dar espaço para a ira de Deus. Isso é especialmente importante em casos de injustiça, especialmente quando executados por homens “malignos” a pessoas “inocentes”. Gênesis 50:19 e Romanos 12:19 nos dizem que não devemos fazer o papel de Deus. Deus é correto e justo, e podemos confiar que Aquele que conhece tudo e vê tudo vai agir justamente (Gênesis 18:25). 


4) Ao não retornar mal ao invés do bem (Gênesis 50:21; Romanos 12:21). Isso é de grande importância para converter nossa ira em amor. Assim como as nossas ações se originam em nossos corações, assim também nossos corações podem ser alterados por nossas ações (Mateus 5:43-48). Isso quer dizer que podemos mudar nossos sentimentos em relação a uma pessoa ao mudar como escolhemos agir ao redor dessa pessoa. 


5) Ao escolher se comunicar bem para resolver o problema. Há quatro regras básicas para comunicação, de acordo com Efésios 4:15,25-32:


a) Seja honesto no seu falar (Efésios 4:15,25). As pessoas não podem ler nossas mentes. Fale a verdade EM AMOR. 


b) Não acumule (Efésios 4:26-27). Não devemos permitir que o que está nos incomodando acumule até que finalmente perdemos o controle. Compartilhar e lidar com o que está nos incomodando antes de chegar a esse ponto é muito importante. 


c) Ataque o problema, não a pessoa (Efésios 4:29,31). Devemos manter o volume de nossa voz baixo (Provérios 15:1). Gritaria é geralmente considerada uma forma de ataque. 


d) Aja, não reaja (Efésios 4:31-32). Por causa de nossa natureza pecaminosa, nosso primeiro impulso é geralmente pecaminoso (verso 31). O tempo que passamos “contando até dez” deve ser usado para refletir em uma resposta que agrada a Deus (verso 32) e para nos lembrar que a ira deve ser usada para resolver problemas, não para criar outros problemas maiores. 


6) Em último lugar, devemos fazer a nossa parte para resolver o problema (Atos 12:18). Não podemos controlar como outras pessoas vão responder, mas podemos cuidar do que deve ser mudado da nossa parte. Superar um temperamento explosivo não vai acontecer da noite para o dia. No entanto, através de orações, estudos Bíblicos e dependência do Espírito Santo de Deus, podemos ter vitória. Assim como talvez nós deixamos com que a ira fizesse parte de nossas vidas através de prática habitual, também precisamos praticar responder da forma correta até que se torne um novo hábito que substitui os velhos hábitos. Leia a seguir alguns versículos do livro de Provérbios que lidam com o tópico da ira:


6:34 - ... porque o ciúme enfurece ao marido, que de maneira nenhuma poupará no dia da vingança.
14:17 - Quem facilmente se ira fará doidices; mas o homem discreto é paciente.
14:29 - Quem é tardio em irar-se é grande em entendimento; mas o que é de ânimo precipitado exalta a loucura.
15:1 - A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.
15:18 - O homem iracundo suscita contendas; mas o longânimo apazigua a luta.
16:32 - Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade.
19:11 - A discrição do homem fá-lo tardio em irar-se; e sua glória está em esquecer ofensas.
19:19 - Homem de grande ira tem de sofrer o castigo; porque se o livrares, terás de o fazer de novo.
22:24,25 - Não faças amizade com o iracundo; nem andes com o homem colérico; para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma.
27:4 - Cruel é o furor, e impetuosa é a ira; mas quem pode resistir à inveja?
29:8 - Os escarnecedores abrasam a cidade; mas os sábios desviam a ira.
29:22 - O homem iracundo levanta contendas, e o furioso multiplica as transgressões.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

ALTO PADRÃO


Agir em cima de uma boa ideia é melhor do que apenas ter uma boa ideia.   Robert Half
Mantenha alto o seu padrão e a vida fará os arranjos a fim de atingir esse padrão. Vá em frente com a melhor da expectativa, com a dedicada confiança em Deus e na Sua graça e essa expectativa poderá se transformar numa bela realidade.

Mantenha alto o seu padrão de exigência consigo mesmo e você não será consumido por pesares no futuro. Escolha o caminho que você sabe que é o certo para você, para aqueles ao seu redor e para o seu mundo e, mesmo quando as dificuldades surgirem, você terá – pela graça de Deus – a força para mantê-lo focado em frente.

Mantenha alto o seu padrão e quando surgir a oportunidade para implementar esse padrão, eleve-o ainda mais. Lembre-se que aquilo que hoje é uma montanha, amanhã pode se tornar um vale e aquilo que ontem parecia uma impossibilidade, amanhã se tornará uma realidade. Estabeleça um tom positivo para a sua vida e a vida irá sorrir para você.
Nélio DaSilva

Para Meditação:
Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.  Josué 1:9

O que significa que Deus é onisciente


Pergunta: "O que significa que Deus é onisciente?"


Resposta: A onisciência é definida como "o estado de ter conhecimento total, a qualidade de saber tudo." Para que Deus seja soberano sobre a Sua criação de todas as coisas, visíveis ou invisíveis, Ele tem que ser onisciente. Sua onisciência não é restrita a uma única pessoa da Trindade – o Pai, Filho e Espírito Santo são todos por natureza oniscientes.


Deus sabe de tudo (1 João 3:20). Ele não só conhece os mínimos detalhes da nossa vida, mas também de tudo ao nosso redor, pois menciona que sabe até quando um pardal cai ou quando perdemos um único fio de cabelo (Mateus 10:29-30). Deus não só sabe de tudo o que ocorrerá até o fim da história em si (Isaías 46:9-10), mas também conhece nossos pensamentos antes mesmo de falarmos (Salmo 139:4). Ele conhece os nossos corações de longe e até nos viu quando ainda estávamos no ventre materno (Salmo 139:1-3, 15-16). Salomão expressa essa verdade perfeitamente quando diz: "porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens" (1 Reis 8:39).


Apesar da condescendência do Filho de Deus despojar-se de Si mesmo e assumir a forma de servo (Filipenses 2:7), a Sua onisciência é claramente vista nos escritos do Novo Testamento. A primeira oração dos apóstolos, encontrada em Atos 1:24: "Tu, Senhor, conhecedor dos corações de todos", implica a onisciência de Jesus, a qual é necessária para que seja capaz de receber petições e interceder na mão direita de Deus. Na Terra, a onisciência de Jesus é igualmente clara. Em muitos relatos do Evangelho, Ele conhecia os pensamentos do Seu público (Mateus 9:4, 12:25, Marcos 2:6-8; Lucas 6:8). Ele sabia de detalhes das vidas das pessoas antes mesmo de conhecê-las. Quando conheceu a mulher samaritana que estava tirando água do poço de Sicar, Ele disse-lhe: "Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (João 4:18). Jesus também diz aos Seus discípulos que o Seu amigo Lázaro estava morto, embora estivesse mais de 40 km de distância da casa de Lázaro (João 11:11-15). Ele aconselhou os discípulos a irem preparar-se para a Ceia do Senhor, descrevendo a pessoa que iriam encontrar e acompanhar (Marcos 14:13-15). Talvez o melhor exemplo: Ele conhecia Natanael antes mesmo de encontrá-lo, pois já conhecia o seu coração (João 1:47-48).


Claramente observamos a onisciência de Jesus na Terra, mas aqui é onde começa o paradoxo também. Jesus faz perguntas, o que talvez implique a ausência de conhecimento, embora o Senhor faça perguntas mais para o benefício de Sua audiência do que para Si mesmo. No entanto, existe uma outra faceta acerca de Sua onisciência que surge das limitações da natureza humana que Ele, como o Filho de Deus, assumiu. Lemos que, como um homem, "crescia Jesus em sabedoria, e em estatura" (Lucas 2:52) e que Ele "aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu" (Hebreus 5:8). Também lemos que Ele não sabia quando seria o fim do mundo (Mateus 24:34-36). Nós, portanto, temos que perguntar: por que o Filho não sabe disso quando já sabia de tudo mais? Ao invés de encarar isto como uma limitação humana, devemos considerá-lo um controlado limite de conhecimento. Aqui vemos um ato voluntário de humildade a fim de de participar plenamente da nossa natureza (Filipenses 2:6-11, Hebreus 2:17) e ser o segundo Adão.


Finalmente, não há nada difícil demais para um Deus onisciente, e é com base na nossa fé em tal Deus que podemos descansar seguros, sabendo que promete nunca desamparar-nos enquanto continuarmos nEle. Ele conhece-nos desde a eternidade, mesmo antes da criação. Deus já conhecia eu e você, já sabia quando apareceríamos no decorrer do tempo e com quem iríamos interagir. Ele até previu o nosso pecado em toda a sua feiúra e depravação, mas ainda, em amor, escolheu colocar o Seu selo sobre nós e nos atraiu a esse amor em Jesus Cristo (Efésios 1:3-6). Um dia o veremos face a face, mas o nosso conhecimento de Deus nunca será completo. Nossa admiração, amor e louvor a Ele continuarão por todos os milênios enquanto nos aquecemos nos raios do Seu amor celestial, aprendendo e apreciando cada vez mais o nosso Deus onisciente.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

MOMENTOS DE PAZ


A paz de Deus, necessariamente, tem que sossegar nossas mentes e dar descanso aos nossos corações.  A.B.Simpson
São raros os momentos neste mundo veloz em que tiramos tempo para desfrutar alguns poucos momentos de paz longe do barulho e do agitado burburinho que nos cerca. Quando não estamos correndo de um lado para o outro, estamos socializando, exercitando, brincando, comprando, limpando e mantendo a vida em ordem. 

Qual foi a última vez que você gastou algum tempo em quieta solicitude sem ter que necessariamente estar fazendo alguma coisa? Simplesmente sentado olhando para o mar, ou para a beleza de um calmo lago ou observando o bater do vento sob as agitadas folhas? Qual foi a ultima vez em que você esteve totalmente descontraído sem ter que atender um compromisso e com a liberdade de apenas se sentar até que estivesse pronto para seguir adiante? 

Eventualmente a coisa mais saudável e o maior beneficio que você pode trazer a você mesmo e a sua família é simplesmente dar uma parada completa na sua rotina. Ao fazer isso, descontraia e desfrute a abundância da vida que lhe esta sendo dada por Deus.
Nélio DaSilva

Para Meditação:
Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas.  Hebreus 4:10


ANUNCIANDO A TODOS OS POVOS (MC 16-15)

"Em agosto de 1859 Ashbel Green Simonton penetrava na Guanabara, dando início aos oito anos de ministério missionário que exerceria no Brasil." Assim descreve Maria Amélia Rizzo, na introdução do livro "Simonton - Inspiração de uma existência", a chegada do primeiro missionário presbiteriano em solo brasileiro. Era dia 12 de agosto e Simonton, ainda a bordo do navio Banshee, extasiado com a beleza da baia da Guanabara, escreve em seu diário: "Estou pronto para desembarcar".


Sim, ele estava pronto para cumprir o "Ide" de Jesus. Ele estava pronto para escrever lindas páginas da história de evangelização em nosso país. Simonton estava pronto para perder sua esposa Helen, logo após o nascimento de sua filha, com apenas um ano de casado. Ele estava pronto e com vigor espiritual, cheio de paixão pelas almas. Por isso, a semente do evangelho, por ele plantada, cresceu e produziu lindos e abençoados frutos.


Simonton deixou sua pátria, os Estados Unidos, para anunciar o evangelho em terras brasileiras. Neste mês ao lembrarmos do seu exemplo, recordamos também que, no dia 1º de agosto de 1862, foram eleitos os primeiros presbíteros brasileiros. Hoje, passados 150 anos, louvamos a Deus por vidas tão preciosas, que se dedicaram à proclamação do evangelho do Reino.


Quão grande é nosso privilégio por sermos herdeiros de tão linda história!


Porém, sobre nós pesa a responsabilidade de continuar o trabalho iniciado por nossos pais, cumprindo assim a tarefa dada pelo Senhor da igreja de anunciar as boas novas do evangelho a todos os povos.