quinta-feira, 26 de maio de 2011

QUAL BENEFÍCIO?

Frustração é não ter ninguém sobre quem lançar culpa. Dean Oswald

A próxima vez em que você for tentado a culpar, condenar, vingar-se de, ou agir contra, irado, pergunte-se a si mesmo: Qual o benefício? A próxima vez em que você começar a se preocupar, ou a sentir pena de si mesmo, pergunte-se: Qual o benefício?

Cada um dos seus pensamentos e atitudes traz consigo um resultado. Seja o que for que você venha a fazer, procure saber a razão... Isso porque a essência da sua vida é determinada pelo direcionamento dado por você a seu foco, atenção, tempo e energia. Assim sendo, se seu foco está concentrado na ira, você terá razões de sobra para se irar. Se seu foco está voltado para a preocupação, você terá muito com que se preocupar.

No entanto, se seu foco for uma gratidão profunda a Deus pelas chuvas de bênçãos derramadas sobre sua vida, numa base diária - trezentos e sessenta e cinco dias ao ano -, então você terá muitas coisas para agradecer. E ao se focalizar na gratidão você estará fazendo exatamente o que Deus deseja que você faça.
Nélio DaSilva

Para Meditação:
Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. I Tessalonicenses 5:17

extraído de www.encorajamento.com

Dagui Design: Série especial sobre drogas: nº2 ecstasy

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Dagui Design: Série especial sobre drogas: nº1 maconha

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

A FAMÍLIA PONTOCOM

Vivemos num mundo onde o individualismo está sendo levado ao extremo pelo desenvolvimento cada vez maior de tecnologias próprias ao isolamento das pessoas. Tecnologias que, de uma forma mercadológica enganosa, levam-nos a pensar que fazemos parte de uma comunidade global. A televisão, a Internet, o telefone celular nos dão a sensação de não estarmos sozinhos, quando na verdade, estamos cada vez mais longe uns dos outros, cada vez mais reféns dos "tecnorelacionamentos" da rede mundial de comunicação sem interlocutores.
O Instituto Datafolha, diz que 55% dos brasileiros acessam a internet. Estamos ligados ao notebook, Ipad, Smartphone. Todos nós temos pelo menos um blog, twitter ou e-mail que nos mantém ligados diariamente ao fantástico mundo virtual das relações desprovidas de tato, de cheiro, de carne e de calor humano.
O deus do homem moderno, do consumidor passivo é a energia elétrica. A vida atual depende intrinsecamente da eletricidade para continuar funcionando. Sem ela, é como se nos tirassem o ar dos pulmões.
A bíblia do homo consumidor é o Google. Quer conhecer uma pessoa? O Google diz quem ela é. Quer saber o que dar de presente? O Google diz o que comprar. Não sabe mais quem vocdê se tornou? Pergunte ao Google.
Nossos encontros reais são cada vez mais raros. Cada vez com menor duração. Cada vez mais sem sentido. Buscamos o outro no vazio das relações digitais. Contabilizamos nossas amizades pelo número de contatos do Facebook.
Nada mais fantasioso do que viver com nós mesmos, afastados do outro, da alteridade que nos apresenta verdadeiramente a nós mesmos.
A tecnologia está afastando pais e filhos. E para disfarçar o crescente vazio relacional familiar, aceitamos as afirmações sugeridas pelo Google, grosseiramente traduzidas, de que nossos filhos são mais cultos e inteligentes à medida que nos exigem ter em casa as mais novas tecnologias criadas no Vale do Silício.



extraído do boletim 187 de 22.05.11 da IPI da Lapa

quinta-feira, 19 de maio de 2011

VERDADEIRAMENTE LIVRE

Algo de suprema importância na vida, é ser capaz a qualquer momento, de sacrificar o que somos para ser aquilo que podemos vir a ser. Charles Du Bos
Para ser verdadeiramente livre é requerido que você faça aquilo que frequentemente as pessoas de um modo geral evitam fazer: pensar por si mesmas. Aqueles que não investem o tempo e o esforço em sinceramente buscar a verdade, tornam-se vulneráveis à tirania e ao abuso.

Uma vida de qualidade requer um esforço na busca da qualidade através do seu esforço próprio em pensar, raciocinar e agir com integridade. Não existe substitutos ou atalhos para isso. Uma vida com Deus, em sincero esforço e compromisso trazem os frutos da alegria. Ignorar princípios estabelecidos por Deus e a ausencia de esforço e alienação trazem os frutos do sofrimento.

A verdadeira liberdade não consiste em ser livre “de” mas sim em ser livre “para” – livre para realizar, livre para pensar e livre para fazer uma diferença. Na próxima vez que alguém lhe oferecer algum tipo de realização sem esforço e sem compromisso, pense imediatamente no absurdo de tal proposta. Aprenda com as outras pessoas, mas não permita que elas pensem por você. Esse é um trabalho exclusivamente seu e sua também será a recompensa..
Nélio DaSilva
Para Meditação:
Bendigo o Senhor, que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina. Salmos 16:7

extraído do site: www.encorajamento.com.br


segunda-feira, 9 de maio de 2011

MAIO - MÊS DO LAR, DA FAMÍLIA "MILAGRES SEM PREGUIÇA"

Os milagres que Deus opera não levam à ociosidade, não acostumam mal, não estimulam a preguiça.

Deus multiplicou o azeite da viúva que tinha dois filhos e uma dívida enorme e urgente para pagar. Mas ela teve que tomar emprestadas latas vazias e, depois vender o azeite ( 2 Reis capítulo 4, versos 1 a 7).

Deus providenciou água em abundância para o exército do rei Josafá, o outro rei Acabe e o rei de Edon e para os animais, mas as muitas covas abertas no vale para reter as águas tiveram que ser feitas por ele (2 Reis capítulo 3, versos 9 a 20).

Deus providenciou o maná, mas todos os dias o povo precisava sair para colher a porção diária (Êxodo capítulo 16 verso 4).

Jesus ressuscitou a Lázaro, mas alguém teve de remover a pedra do túmulo e desatar o morto (João capítulo 11, versos 38 a 44).

Deus soltou as algemas de Pedro e abriu-lhe os portões de ferro do cárcere, mas os irmãos tiveram de abrir-lhe a porta de madeira da casa de Maria, mãe de João Marcos, para ele entrar (Atos capítulo 12, versos 1 a 19).

No caso da viúva socorrida por Eliseu, a ajuda não veio mediante um cheque ou um envelope contendo dinheiro no valor da dívida. Ela precisou administrar, sair e efetuar a venda de inúmeras garrafinhas de azeite.

A multiplicação do azeite é idêntica à multiplicação dos cinco pães e dos dois peixes (Marcos capítulo 6 versos 30 a 44). Em ambos os casos, quanto mais se servia, mais azeite havia para a próxima vasilha e mais pão e peixe havia para a próxima pessoa, até acabar os recipientes e estômagos vazios.

Tem de haver um equilíbrio entre a oração e a ação, uma associação entre elas. Como dizia Inácio de Loyola: "Devo orar como se tudo dependesse de Deus e trabalhar como se tudo dependesse de mim". (Devocionais para todas as estações)

O que o seu lar, a sua família está precisando urgentemente?

Extraído do boletim 184 da IPI da Lapa de 01.05.2011