“Deus está chamando líderes... Nem peritos em congratulações mútuas. Nem traficantes de influências. Nem demagogos exibicionistas, manipuladores de multidões. Deus está chamando líderes” (John Haggai).
Vivemos uma crise de liderança. Na igreja, o estabelecimento do líder deve ser por chamado do Senhor da igreja. É Deus quem o estabelece, quem o inspira, quem o protege, quem determina a forma de agir do líder e, para tudo isso, requer disposição e obediência.
Se há um Senhor-Jesus Cristo e se há a necessidade de obediência, o líder necessariamente tem que ser servo. O que vem a ser líder servo? O que serve. Parece tão óbvio, mas, na prática, não é tão simples assim.
Diz-se que o líder não nasce como tal; ele é formado, sendo que alguns têm mais aptidões para a liderança do que outros. Como tem sido a formação e a escolha de líderes na igreja? A Constituição da IPIB rege que, para uma igreja ser organizada, tem que dispor de membros aptos para exercerem o oficialato (liderança). Há a necessidade de treinamento, formação, capacitação e orientação? Sim. Quem deve fazer isto? O apóstolo Paulo em sua carta à Igreja de Éfeso, ao escrever sobre o santo ministério e o serviço dos santos, afirma que Cristo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para edificação do corpo de Cristo (Ef 4.11,12).
Há de se notar a peculiaridade do líder da igreja: tem que ser servo atendendo a um chamado do Senhor. Portanto, um líder servo tem que trabalhar na seara do Senhor, para o reino de Deus, como um ministério. “Se ministério, dediquemo-nos ao ministério...” (Rm 12.7). E aqui o sentido de ministério é serviço, que é o mesmo de servo.
Qual a condição “sine qua non” do líder servo? Amar!
Enfim, o líder servo é reconhecido pela operosidade da sua fé, pela abnegação do seu amor e pela firmeza da sua esperança em Cristo Jesus.
O líder servo
• que ama, põe os outros em primeiro lugar;
• torna-se autoridade pelo serviço e não pelo poder;
• não manipula os outros com vistas às suas ambições pessoais e políticas;
• ama a Deus de todo o seu coração, alma, mente e força, e ao próximo como a si mesmo (Mt 22.34-40);
• está arraigado e alicerçado em amor porque Cristo habita em seu coração, pela fé (Ef 3.17).
• é guiado pelo Espírito Santo e manifesta o seu fruto: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (Gl 5.22,23).
• torna-se autoridade pelo serviço e não pelo poder;
• não manipula os outros com vistas às suas ambições pessoais e políticas;
• ama a Deus de todo o seu coração, alma, mente e força, e ao próximo como a si mesmo (Mt 22.34-40);
• está arraigado e alicerçado em amor porque Cristo habita em seu coração, pela fé (Ef 3.17).
• é guiado pelo Espírito Santo e manifesta o seu fruto: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (Gl 5.22,23).
“A alegria é a música do amor.
A paz é a harmonia do amor.
A longanimidade é a resistência do amor.
A benignidade é o serviço do amor.
A bondade é o comportamento do amor.
A fidelidade é a medida do amor.
A humildade (mansidão) é a expressão do amor.
O domínio próprio é a vitória do amor" (John Haggai).
A paz é a harmonia do amor.
A longanimidade é a resistência do amor.
A benignidade é o serviço do amor.
A bondade é o comportamento do amor.
A fidelidade é a medida do amor.
A humildade (mansidão) é a expressão do amor.
O domínio próprio é a vitória do amor" (John Haggai).
Presbítero Luiz Carlos Morosini
2º Vice presidente da Assembleia Geral da IPIB
2º Vice presidente da Assembleia Geral da IPIB
Nenhum comentário:
Postar um comentário