quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Quando o pecador se lembra, Deus não se lembra

Quando o pecador se lembra, Deus não se lembra – Edição 339 | Revista Ultimato


Quando o pecador se lembra, Deus não se lembra


É muito mais simples do que pensamos. O mais fácil está em nossas mãos, o mais difícil, nas mãos de Deus. É uma cadeia de eventos.

É preciso lembrarmo-nos das coisas esquisitas que praticamos “para termos nojo de nós mesmos”: “Então vocês se lembrarão de todas as coisas vergonhosas que fizeram” e “ficarão com nojo de vocês mesmos, por causa de todas as coisas más que fizeram” (Ez 20.43).

É preciso ter nojo (sensação de culpa) “para confessar”. Foi o que aconteceu com o chefe dos copeiros de Faraó: “Chegou a hora de confessar um erro que cometi” (Gn 41.9). Foi o que aconteceu com o filho pródigo. Depois de comer lavagem de porco, o rapaz caiu em si e confessou: “Pai, pequei contra Deus e contra o senhor” (Lc 15.18).

É preciso confessar “para não lembrar mais”. As coisas esquisitas foram por água abaixo; são agora águas passadas. Esta deveria ser a certeza de quem confessa: Deus vai ter compaixão de nós e vai “eliminar nossos maus atos e jogar nossos pecados no fundo do oceano” (Mq 7.19). O Senhor dá a sua palavra: “Sou aquele que resolve o problema dos pecados de vocês [e] não guardo a lista de seus pecados” (Is 43.25).

Essa é uma das maiores manifestações da graça de Deus: quando o pecador se lembra, Deus não se lembra. Só depois de perdoado por ele, o pecador pode (e deve) se perdoar!


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